25/03/2018 - RAMOS E PAIXÃO DO SENHOR - Liturgia Católica Apostólica Romana

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25/03/2018 - RAMOS E PAIXÃO DO SENHOR

LITURGIA DIÁRIA > 2018 > MAR
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25/03/2018 - RAMOS E PAIXÃO DO SENHOR
(vermelho – 2ª semana do saltério)


Seguindo os passos de Jesus no caminho da cruz, fazemos memória de sua entrada em Jerusalém. Esta solene liturgia marca o início da Semana Santa, centro do grande acontecimento da nossa fé: o mistério da paixão, morte e ressurreição do Senhor. Com os ramos nas mãos, queremos acolher aquele que vem como humilde servidor. Manifestemos nossa alegria, aclamando: “Hosana ao Filho de Davi. Bendito o que vem em nome do Senhor”.


Primeira Leitura: Isaías 50,4-7

Leitura do livro do profeta Isaías –
4 O Senhor Deus deu-me língua adestrada, para que eu saiba dizer palavras de conforto à pessoa abatida; ele me desperta cada manhã e me excita o ouvido, para prestar atenção como um discípulo.
5 O Senhor abriu-me os ouvidos; não lhe resisti nem voltei atrás.
6 Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba; não desviei o rosto de bofetões e cusparadas.
7 Mas o Senhor Deus é meu auxiliador, por isso não me deixei abater o ânimo, conservei o rosto impassível como pedra, porque sei que não sairei humilhado. – Palavra do Senhor.


Salmo Responsorial: 21(22)

Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?
  1. Riem de mim todos aqueles que me veem, / torcem os lábios e sacodem a cabeça: / “Ao Senhor se confiou, ele o liberte / e agora o salve, se é verdade que ele o ama!” – R.
  2. Cães numerosos me rodeiam furiosos, / e por um bando de malvados fui cercado. / Transpassaram minhas mãos e os meus pés, / e eu posso contar todos os meus ossos. – R.
  3. Eles repartem entre si as minhas vestes / e sorteiam entre si a minha túnica. / Vós, porém, ó meu Senhor, não fiqueis longe, / ó minha força, vinde logo em meu socorro! – R.
  4. Anunciarei o vosso nome a meus irmãos / e no meio da assembleia hei de louvar-vos! / Vós que temeis ao Senhor Deus, dai-lhe louvores, † glorificai-o, descendentes de Jacó, / e respeitai-o, toda a raça de Israel! – R.


Segunda Leitura: Filipenses 2, 6-11

Leitura da carta de são Paulo aos Filipenses –
6 Jesus Cristo, existindo em condição divina, não fez do ser igual a Deus uma usurpação,
7 mas ele esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e tornando-se igual aos homens. Encontrado com aspecto humano,
8 humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz.
9 Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o nome que está acima de todo nome.
10 Assim, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra
11 e toda língua proclame: “Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai. – Palavra do Senhor.


Evangelho: Marcos 15,1-39 – mais breve

N (Narrador): Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo segundo Marcos – 1 Logo pela manhã, os sumos sacerdotes, com os anciãos, os mestres da lei e todo o sinédrio, reuniram-se e tomaram uma decisão. Levaram Jesus amarrado e o entregaram a Pilatos. 2 E Pilatos o interrogou:
L (Leitor): Tu és o rei dos judeus?
N: Jesus respondeu:
P (Presidente): Tu o dizes.
N: 3 E os sumos sacerdotes faziam muitas acusações contra Jesus. 4 Pilatos o interrogou novamente:
L: Nada tens a responder? Vê de quanta coisa te acusam!
N: 5 Mas Jesus não respondeu mais nada, de modo que Pilatos ficou admirado. 6 Por ocasião da Páscoa, Pilatos soltava o prisioneiro que eles pedissem. 7 Havia então um preso, chamado Barrabás, entre os bandidos, que, numa revolta, tinha cometido um assassinato. 8 A multidão subiu a Pilatos e começou a pedir que ele fizesse como era costume. 9 Pilatos perguntou:
L: Vós quereis que eu solte o rei dos judeus?
N: 10 Ele bem sabia que os sumos sacerdotes haviam entregado Jesus por inveja. 11 Porém os sumos sacerdotes instigaram a multidão para que Pilatos lhes soltasse Barrabás. 12 Pilatos perguntou de novo:
L: Que quereis então que eu faça com o rei dos Judeus?
N: 13 Mas eles tornaram a gritar:
G (Grupo ou assembleia): Crucifica-o!
N: 14 Pilatos perguntou:
L: Mas que mal ele fez?
N: Eles, porém, gritaram com mais força:
G: Crucifica-o!
N: 15 Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus e o entregou para ser crucificado. 16 Então os soldados o levaram para dentro do palácio, isto é, o pretório, e convocaram toda a tropa. 17 Vestiram Jesus com um manto vermelho, teceram uma coroa de espinhos e a puseram em sua cabeça. 18 E começaram a saudá-lo:
G: Salve, rei dos judeus!
N: 19 Batiam-lhe na cabeça com uma vara. Cuspiam nele e, dobrando os joelhos, prostravam-se diante dele. 20 Depois de zombarem de Jesus, tiraram-lhe o manto vermelho, vestiram-no de novo com suas próprias roupas e o levaram para fora, a fim de crucificá-lo. 21 Os soldados obrigaram certo Simão de Cirene, pai de Alexandre e de Rufo, que voltava do campo, a carregar a cruz. 22 Levaram Jesus para o lugar chamado Gólgota, que quer dizer “Calvário”. 23 Deram-lhe vinho misturado com mirra, mas ele não o tomou. 24 Então o crucificaram e repartiram as suas roupas, tirando a sorte, para ver que parte caberia a cada um. 25 Eram nove horas da manhã quando o crucificaram. 26 E ali estava uma inscrição com o motivo de sua condenação: “O rei dos judeus”. 27 Com Jesus foram crucificados dois ladrões, um à direita e outro à esquerda. (28) 29 Os que por ali passavam o insultavam, balançando a cabeça e dizendo:
G: Ah! Tu que destróis o templo e o reconstróis em três dias, 30 salva-te a ti mesmo, descendo da cruz!
N: 31 Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, com os mestres da lei, zombavam entre si, dizendo:
G: A outros salvou, a si mesmo não pode salvar! 32 O Messias, o rei de Israel… que desça agora da cruz, para que vejamos e acreditemos!
N: Os que foram crucificados com ele também o insultavam. 33 Quando chegou o meio-dia, houve escuridão sobre toda a terra, até as três horas da tarde. 34 Pelas três da tarde, Jesus gritou com voz forte:
P: Eloi, Eloi, lamá sabactâni?
N: Que quer dizer: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” 35 Alguns dos que estavam ali perto, ouvindo-o, disseram:
G: Vejam, ele está chamando Elias!
N: 36 Alguém correu e embebeu uma esponja em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara e lhe deu de beber, dizendo:
L: Deixai! Vamos ver se Elias vem tirá-lo da cruz.
N: 37 Então Jesus deu um forte grito e expirou.
Todos se ajoelham ou se inclinam por um instante.
N: 38 Nesse momento a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes. 39 Quando o oficial do exército, que estava bem em frente dele, viu como Jesus havia expirado, disse:
L: Na verdade, este homem era Filho de Deus!
N: Palavra da salvação.



VEJA TAMBÉM:

INSTRUÇÃO GERAL AO MISSAL ROMANO

MISSAL ROMANO






SOBRE O DOMINGO DE RAMOS
No domingo de Ramos pode ser substituído pela procissão. Na Quarta feira de  Cinzas é substituído pela imposição das cinzas ou pode também ser substituído  pela benção e aspersão da água. Este Ato é introduzido pelo sacerdote e  concluído com a absolvição, também pelo sacerdote que se inclui para deixar  claro que ...
Tal período, portanto, inicia-se na Quarta-Feira de Cinzas e se estende até o  Domingo de Ramos, uma semana antes da Páscoa. O período é, assim,  marcado pela penitência, pela realização constante de jejuns, pela conversão e  pela preparação dos catecúmenos para o batismo. No início da Quaresma, na  Quarta-Feira ...
O domingo de ramos. 79. O tríduo sacro. Prescrições e advertências. 80. As  trevas. 81. O rito das trevas. 82. A quinta-feira santa. 83. A sexta-feira santa. 84.  O sábado santo. 85. A festa da páscoa. 86. As rogações maiores e menores. 87.  A ascensão de Jesus Cristo. 88. A festa de pentecostes. 89. As festas principais  deste ...
Imitemo-los no seu ardor missionário e peçamos ao Senhor a fim de que a Igreja  siga sempre o ensinamento dos Apóstolos, dos quais recebeu o primeiro alegre  anúncio da fé. 20 de Março de 2005, Domingo de Ramos. Joseph Card.  Ratzinger Presidente da Comissão especial. ------------------------------------------------ --. 1.
O Canto de Aclamação tem como característica distintiva a palavra "Aleluia", um  termo hebraico que significa "louvai o Senhor". Na verdade, estamos felizes em  poder ouvir as palavras de Jesus e estamos saudando-O como fizeram as  multidões quando Ele adentrou Jerusalém no domingo de Ramos. Percebemos,  assim ...



CONTEÚDO RELACIONADO À SEMANA SANTA


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  • Desde o ventre materno, somos amados por Deus e escolhidos por ele para  uma missão, que se prolonga por toda a vida. Vigiemos para sermos fiéis ao  amor do Pai e para não trair a confiança dele em nós nem negar nossa condição  de discípulas e discípulos missionários de Jesus no mundo de hoje. Primeira  Leitura: ...




  • 28/03/2018 - SEMANA SANTA. (roxo – ofício próprio). Às vésperas do Tríduo  Pascal, somos convidados a contemplar nosso relacionamento com Deus à luz  do tema da traição. Nosso relacionamento com o Senhor deve ser sincero e  transparente. Usar da liberdade para promover o bem e a dignidade das  pessoas é a ...




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    1. A Liturgia da Palavra
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  • Substitui os sinos durante a semana santa. Missal: Livro que contém o ritual da  missa, oração eucarística menos as leituras. Naveta: Objeto utilizado para se  colocar o incenso, antes de queimá-lo no turíbulo. Ostensório ou Custódia:  Objeto utilizado para expor o Santíssimo, ou para levá-lo em procissão. Pala:  Cobertura ...




  • A 1. Tríduo pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor. 2. Natal do Senhor.  Epifania, Ascensão e Pentecostes; Domingos do Advento. Quaresma e Páscoa:  Quarta-feira de Cinzas; Dias úteis da Semana Santa. De segunda a quinta-feira  inclusive; Dias da oitava da Páscoa. 3. Solenidades do Senhor, da Bem- aventurada ...







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